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Classe C alavanca vendas online em 2006.
01/08/2006

Análise Web Shoppers, promovida pela e-bit, aponta para crescimento de participação da classe C no mercado de varejo online, que deve faturar R$ 4 bilhões em 2006 no Brasil.

A prática das compras pela internet começa a ser adotada também pela população da classe C. Essa é uma das conclusões do 14º estudo Web Shoppers realizado pela consultoria e-bit e divulgado nesta terça-feira, dia 01. Segundo essa análise, as compras online no segmento de varejo (transações com passagens aéreas, automóveis e leilões não foram consideradas) cresceram 79% no primeiro semestre de 2006, quando comparadas ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 1,75 bilhão. A expectativa da e-bit é que esse mercado registre faturamento de R$ 4 bilhões neste ano, contra 2,5 bilhões de 2005.

Esse incremento se deve em grande parte à adesão de pessoas que têm renda familiar de até R$ 3 mil ao comércio eletrônico, sendo agora responsáveis por 45% dessas transações - eram 38% em 2001. De acordo com Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, o aumento da participação da classe C no mercado online se deve a fatores como o barateamento dos computadores e a facilidade de seu financiamento por grandes lojas de varejo, além da proliferação de locais com acesso público à internet.

Outra novidade apresentada pelo Web Shoppers diz respeito ao aumento da participação das mulheres nas compras virtuais. Nos primeiros seis meses deste ano elas executam 44% dessas transações comerciais, face aos 41% do mesmo período de 2005.

Tudo isso fez com que houvesse um incremento de 44% na base de e-consumidores brasileiros, que agora formam um grupo de 5,75 milhões de pessoas, de um total de 32 milhões de internautas brasileiros.

Na lista de produtos mais vendidos via internet, o grupo formado por cds, dvds e vídeos perdeu a liderança que tinha no ano passado - caiu 6 pontos percentuais e agora tem 15,9% de mercado. A liderança, segundo o Web Shoppers, é exercida por livros, jornais e revistas, que aglutinaram 18,4% das vendas online no primeiro semestre.

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